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História

O Palácio foi construído por vontade do rei, onde a construção do convento teve como início 13 frades e acabou com 300 frades. A ideia da construção do palácio foi a 22 de Outubro de 1730, nas só foi construído em 1735.

A vida de Corte no Palácio de Mafra ao tempo de D. João V foi relativamente escassa, pois o Rei adoeceu gravemente em 1742 e morreu em 1750.

D. José I vinha a Mafra para caçar na Tapada, mas quando aconteceu o terramoto de 1755, toda a Família Real se instalou numa Barraca que estava situada junto do Palácio.

D. Maria I vinha a Mafra por causa da celebração de festas religiosas ou por causa do gosto que ela tinha em passear a cavalo na Tapada, que se manteve até 1792.

Entre 1806 e 1807, toda a corte se instalava no palácio, até que foram para o Brasil, que se deu em 27 de Novembro de 1807, onde só regressou a Portugal em Junho de 1821, mas só e Dezembro de 1807 é que as tropas francesas alojaram-se no Palácio e foram-se reduzindo até Março de 1828, mas quando acabou as lutas liberais, toda a corte retomaram a Mafra, onde D. Fernando realizou várias obras de recuperação o Real Edifício, onde foi fundado uma Real Escola com o nome da rainha, onde D. Maria Pia de Sabóia fez os seus estudos, mas só finalizou-os em 1861.

O Rei Humberto de Itália, numa estadia a Mafra, mandou instalar, entre o piso térreo e o andar nobre, um elevador manobrado por quatro homens, que era chamado por vaivém ou caranguejola, onde foi o primeiro elevador que existiu no nosso país.

D. Carlos e D. Amélia, que eram grandes apreciadores da caça, acabaram por fizeram estadias á Tapada, atrás de gamos e javalis ou pintando, que ambos se dedicavam.

Com o acolhimento de D. Manuel II no reino, antes da sua partida para o exílio, fez que houvesse o fim da monarquia em Portugal.

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